Procedimentos ocorrem no âmbito do Plano Estadual de Redução de Filas de Cirurgias Eletivas, criado em fevereiro do ano passado pelo Governo capixaba. Governador Ricardo Ferraço tem sempre destacado o OperaES como um dos programas de maior sucesso e impacto social do Estado. Em suas manifestações of
O Plano Estadual de Redução de Filas de Cirurgias Eletivas - OperaES - realizou 102.778 procedimentos até o dia a última quinta-feira (13/08), com média diária de 457 procedimentos. As cirurgias eletivas são aquelas que podem ser programadas, que não são consideradas de urgência. A produção atinge todas as regiões do Estado e representa um avanço na assistência à saúde no Espírito Santo, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
O OperaES é realizado em 35 unidades hospitalares, entre rede própria e contratualizada. A execução do Plano contempla várias especialidades cirúrgicas, como oftalmológica, cirurgia geral, ortopédica, urológica e ginecológica. O programa foi lançado pelo Governo do Estado em fevereiro de 2025, na gestão do então governador Renato Casagrande (PSB), que deixou o cargo em abril deste ano para se candidatar ao Senado.
Sucessor de Casagrande, o governador Ricardo Ferraço (MDB) tem sempre destacado o OperaES como um dos programas de maior sucesso e impacto social do Estado. Em suas manifestações oficiais e redes sociais, ele ressalta a marca de centenas de milhares de procedimentos realizados pelo SUS capixaba e o avanço na regionalização dos atendimentos.
Segundo critérios do OperaES, cada unidade hospitalar, seja ela da rede própria da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) ou contratualizada para atender às demandas do SUS, tem metas de produção a serem cumpridas ao longo do ano. A meta total da Sesa para 2026 é realizar 135.000 cirurgias eletivas. Todavia, com a realização de mais de 100 mil procedimentos, a Sesa já ultrapassou metade da meta – 76.15%.
“O resultado do OperaES mostra o valor do trabalho conjunto entre as equipes das 35 unidades hospitalares que atuam com dedicação para reduzir a espera e devolver qualidade de vida aos pacientes. O plano é uma política pública que coloca o cidadão no centro do cuidado”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Kim Barbosa.